Pois
é leitores, demorei, mas tomei coragem para escrever um texto tão
revelador nessa coluna que sei que eu vou ser motivo chacota ou mesmo
choque, mas não posso me furtar de escrever a respeito das minhas
vergonhas musicais. Algumas pessoas que convivem comigo diariamente,
amigos próximos, já sabem que eu tenho um gosto extremamente
variado, posso tranquilamente ouvir Roberto Carlos e minutos depois
ouvir Sepultura, tudo depende do dia, do humor, enfim... O que pouca
gente sabe é que eu gosto de algumas coisas bem peculiares, então
sem mais delongas vamos a elas.
Quando
eu era um pré-adolescente TODOS os meus amigos e parentes ouviam o
conhecido estilo que se popularizou na região sul do Brasil nos anos
80, 90 chamado Eurodisco, ou Eurodance. Eu simplesmente sou fanático
por isso, Modern Talking, Bad Boys Blue, Fancy, Joy, CC Catch,
Francesco Napoli (bala bala), enfim. Sabe aquele seu vizinho que lava
o Passat 87 ou o Monza todo domingo ouvindo a todo volume aquele
refrão “Brother Louie Louie Louie...” então, eu gosto, mas por
favor, não espalhem, ta eu sei que é brega e isso e aquilo mas
fazer o que?
Agora
pra piorar ainda mais a minha situação, eu confesso! Ainda ouço
João Paulo & Daniel e Leandro & Leonardo, acho que eu devo
saber cantar todas as músicas deles e aproveitando coloca mais o
Raça Negra na minha conta. Sim eu não sou aquele cara que só ouve
rock alternativo, pós punk, British rock, etc. Eu confesso sou
brega!
Voltando
para o mundo do rock eu gosto, pasmem de Nightwish e Avantasia. A
primeira vez que ouvi Nightwish foi quando um amigo foi fazer uma
tatuagem e estava tocando no estúdio o disco “Wishmaster” achei
fantástico e nunca mais parei de ouvir, mesmo com tantas trocas de
formação eu ainda ouço, mas dou preferência a fase clássica com
a Tarja Turunen nos vocais.
Já o Avantasia eu conheci na época em
que eu estava descobrindo novas sonoridades e pedia pra todos me
mostrarem novidades, foi então que um amigo me mostrou o álbum
“Metal Opera” até hoje sinto arrepios ao ouvir as primeiras
faixas “Serpents In Paradise” e “Breaking Away”, gostei do
conceito do disco duplo descrever uma estória em que cada membro
convidado interpreta um personagem (não acredito que escrevi isso)
Para
finalizar não adianta pessoal, todos tem suas vergonhas musicais,
algumas constrangedoras, outras nem tanto, se bem que pensando bem
aqui e sabendo o que algumas pessoas andam ouvindo por a,í eu ainda
posso afirmar que ao menos ouço no meu canto baixinho o que citei,
agora imaginem quem faz questão de bradar que gosta de Jorge &
Matheus, Michel Teló, a sem sal da Paula Fernandes ou Tiaguinho? E
pioooooor paga pra ver isso! É prefiro ficar com minhas vergonhas
mesmo...
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